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CRESCE O QUADRO DE ASSOCIADOS

O Grupo Votorantim concluiu sua reestruturação. Como consequência, a sua representação na ABIAPE, a partir de abril de 2022, passa a ser: a Votorantim Energia é substituída pela Companhia Brasileira de Alumínio – CBA, a Votorantim Cimentos torna-se nova associada da ABIAPE bem como a NEXA. Sejam bem-vindas.

 

Edvaldo Santana – 04/05 – A linha burra 

A avaliação da capitalização da Eletrobras nesta segunda fase não tem sido externa, tampouco politicamente neutra, dos dois lados

A lei pôs o Tribunal de Contas da União (TCU) na cena da desestatização. Controle necessário de qualquer desestatização no universo federal. Porém, até a inclusão, mediante leilão, de um simples transformador numa… Leia a íntegra 

 

Enio Fonseca – 04/05 – Reservatórios, uma questão de segurança hídrica

Esses reservatórios têm papel fundamental para assegurar o abastecimento para consumo humano e animal, produção agropecuária, transporte, indústria e geração de energia elétrica, com reconhecidos benefícios ambientais para os ecossistemas… Leia a íntegra

 

Rodrigo Polito – Megawhat – 29/04 – Associações alertam para risco de ‘jabutis’ no substitutivo do PL de modernização do setor

O Fórum das Associações do Setor Elétrico (Fase), que reúne 27 entidades setoriais, alertou nesta sexta-feira, 29 de abril, para o risco de inclusão de itens no substitutivo do projeto de lei 414/2021 que desvirtuem a proposta de modernização e aumento da eficiência do mercado de energia elétrica brasileiro… Leia a íntegra

 

Contagem Regressiva – Cenário de risco abre oportunidades

Produtores ganham tempo para substituir a matéria prima…Leia a íntegra

 

Da Agência Canal Energia – 12/04 – Autoprodução de energia atinge 21 GW no Brasil

A autoprodução é estratégica para o Brasil, além de contribuir para a matriz elétrica brasileira, reduz emissões e aumentando a competitividade entre as empresas… Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 12/04 – O Rolex falso

Em 25 anos foram relevantes os avanços tecnológicos e organizacionais, mas a tarifa não para de aumentar … Leia a íntegra

 

Rebecca Gompertz – Argus Media – 06/04 – Self-generators dispute cost allocation in bill

A Brazilian bill aimed at modernizing the power sector, known as PL 414, also attempts to limit who gets the benefits of industrial self-generation, without hindering… Leia a íntegra 

 

Prioridades legislativas do ano na infraestrutura

 

Edvaldo Santana – O Globo – 17/03 – O peso morto do monopólio da Petrobras

Quem era criança em 1975 e não assistiu a “Um dia de cão”? Sonny (Al Pacino) e seu cúmplice Sal (John Cazale) entram num banco para assaltá-lo. Não sabiam sequer manusear uma arma. Nem quanto havia de dinheiro na agência. Mas contaram com a simpatia dos empregados do banco e aplausos do público que acompanhava a aventura. Ao perceber a balbúrdia, uma gerente, incrédula, perguntou… Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 11/03 – O mundo em queda (quase) livre

A tirania pressupõe o poder ilegítimo e o domínio físico pela arbitrariedade

Lutar para livrar-se do despotismo faz parte da história recente da Ucrânia. Para os ucranianos, libertar-se da tirania russa é sinônimo de progresso e de futuro promissor, daí a dificuldade de recuar… Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 22/02 :O setor elétrico e o lero-lero do erro 

Acompanhei com apreensão, dia 15 de fevereiro, a reunião do Pleno do Tribunal de Contas da União (TCU). O tema era a privatização da Eletrobras. Em sua pregação, o Ministro Vital do Rêgo argumentava em defesa da correção de um “erro gravíssimo” que, com sua equipe, teria descoberto. Com seus parcos conhecimentos do setor elétrico, o Ministro tentou mostrar que a produção das usinas da Eletrobras deveria ser valorada, ao longo do horizonte da concessão, a preços da reserva de capacidade, que poucos sabiam o que era.

Era difícil entender o que o Ministro tentava explicar. Mais difícil ainda era aceitar que os t…Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 07/02: O setor elétrico e o Dr. Equinócio

O sistema elétrico é um caos nem um pouco criativo

Três fatos importantes marcam o setor elétrico dos últimos 15 anos. A forte inserção das fontes renováveis, a expansão do mercado livre e, para este ano, a privatização da Eletrobras. E anda a passos largos a transformação motivada pela geração distribuída (GD), em especial na relação entre produzir, distribuir e consumir. O saldo, contudo, é ainda negativo. A tarifa, impagável, é um exemplo.

Aliás, entre idas e vindas, já era “bordada” a várias mãos, e põe mãos nisso, uma Proposta de Emenda Constitucional, eleitoreira, claro, para reduzir o valor da conta de luz e, de quebra, o preço dos combustíveis. Não daria certo. Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 17/01: O setor elétrico e o enigma 120 do TCU

Há erros graves no design do modelo comercial, onde só o consumidor perde

O Tribunal de Contas da União (TCU), com boas contribuições ao promissor cenário de privatização da Eletrobras, o que resta para graduar os efeitos da explosão da tarifa, produziu um ótimo relatório acerca da recente crise de oferta de energia elétrica. Tal documento, detalhado e pontualmente contundente, é, porém, impreciso ao abordar, no item VI, as causas estruturais da crise, embora as 63 páginas anteriores tragam um bom diagnóstico.

Para o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em texto da página 67 do relatório, a crise decor…Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 30/12: A economia está um osso

A arte de iludir é a explicação para a sofrência do PIB e para a desesperança

Dia 16 de dezembro, na caminhada matinal, passaram por mim duas pessoas. Cada um em sua bicicleta. Um não teria 40 anos. O outro, no máximo 15. Pai e filho, pensei. Mais adiante, os vi em uma casa em construção, luxuosa, em fase de acabamento. Já era um grupo maior, em volta de duas garrafas de café e do que sugeria ser alguns pães. Pareciam felizes. Tudo isto antes das 7 horas.

Nessas caminhadas, quase todos os dias, costumo formular e resolver problemas de matemática. Alguns simples, outros não. É um bom exercício para a memória. Requer concentr…Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 06/12: O fardo elétrico

Nada foi dito sobre qual é a estratégia para que restrições de oferta, motivadas pela escassez de água, não repitam os efeitos esperados para 2022

Passei parte da infância num vilarejo, Saquinho, no qual todos eram de alguma forma parentes. Cerca de 200 negros, índios, cafuzos e mamelucos. O local sobrevive, cercado de casas luxuosas e arranha-céus, na praia de Atalaia, em Aracaju. Cozinhávamos com lenha. Em intervalos de 30 dias, entrávamos na mata para catar gravetos e galhos maiores, que eram organizados em fardos. Era tarefa de mulheres e adolescentes.

Com o tempo, alguém notou que, para obter os mesmos fardos, íamos sempre mais longe. Uma tarde de trabalho já não era suficiente. Foi então que uma das mulheres… Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 27/10: O viés elétrico

O jogo atual prioriza a socialização de custos e beneficia somente quem tem força para criar subvenções

Entre 13 e 15 de outubro foi realizado 18º Encontro de Agentes Setor Elétrico (Enase), sempre oportuno e com ótimas contribuições. Ouviu-se de tudo. Do ufanismo de muitos ao realismo de poucos. A palavra-chave, e maçante, era modernização. Quase nada da crise atual, tampouco de seus custos. Predominaram as ensaiadas frases de efeito, com exceções, como o diretor-geral do ONS e o presidente da Câmara de Comercialização.

Talvez cansado diante de sombrias perspectivas, o representante das comercializadoras ressaltou que aquela era sua 12ª participação no Enase, e nos seis últimos falou de modernização. Leia a íntegra


Edvaldo Santana – Valor Econômico – 15/10 – A disputa pela água

Falta de diálogo entre setores e dificuldade de equacionar os diversos interesses pelos recursos hídricos coloca em embate o setor elétrico e outros segmentos da economia

Por Robson Rodrigues

A pior crise hídrica em quase um século evidenciou também conflitos históricos pelo uso da água para diversos fins. A gestão deste bem público colocou no centro do debate a difícil missão de como equalizar os variados interesses que envolvem a geração de energia elétrica nos reservatórios e os demais usos múltiplos da água, como a irrigação, a piscicultura, a navegabilidade para transporte, turismo e lazer, entre outros. Leia a integra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 04/10: O jogo de dados do setor elétrico

O modelo matemático, que exagera em adaptar a realidade ao algoritmo, e não o contrário, errou novamente, como em 1998, 1999, 2014 e 2020o

Utilize um computador para simular o arremesso de um dado 250 vezes. A média dos resultados estará entre 3 e 4. Se a experiência é repetida por mais 50 vezes, a média das médias será 3,49999, quem sabe 3,5, com desvio padrão menor que 0,04. Este efeito ficou conhecido como teorema do limite central ou média das médias.

Agora faça a mesma coisa, porém com o dado arremessado milhares de vezes, como acima, sobre uma mesa plana. Repita tudo no piso de sua casa e no melhor gramado de um estádio de futebol. A média poderá ser parecida com a do computador, mas só muito esporadicamente será igual. As deformações das superfícies, inclusive do dado, o vento, a temperatura e outras fricções afetam a apuração. E se a experiência é repetida em outras oportunidades, nas mesmas superfícies e com o mesmo dado, os resultados seriam ainda mais distintos. Leia a integra

 

Assunto: ABIAPE garante apoio à campanha de consumo consciente do ONS

A ABIAPE (Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia) manifesta apoio à iniciativa lançada pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), em incentivo ao consumo consciente de energia elétrica e água.

A campanha #Vamospoupar busca engajar a sociedade quanto à importância da economia desses dois bens essenciais. O Brasil passa pela pior crise hídrica dos últimos 90 anos e a economia, neste momento, é mais importante do que nunca. É necessário que cada cidadão faça a sua parte

Em relação à energia, os conselhos vão no sentido de acumular roupas para usar a máquina de lavar com menor frequência, retirar aparelhos da tomada enquanto não estão sendo usados, evitar colocar alimentos quentes na geladeira e optar por lâmpadas mais eficientes em casa. Além disso, aconselha-se a escolher eletrodomésticos com o selo Procel ou classificação A do Inmetro, que gastam menos energia.

Para a economia de água, as orientações são para que a população desligue o chuveiro enquanto se ensaboa, feche a torneira enquanto escova os dentes, e que reaproveite água do banho ou da máquina de lavar roupa para lavar para lavar ambientes externos.

A campanha completa pode ser acessada pelo link: https://bit.ly/3lkQVTo

 

Assunto:  Histórico Florestal da Terra!

Evaristo Miranda
Diretor EMBRAPA TERRITORIAL

Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o País detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.

A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil.

Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil – por ser um dos que menos desmatou – deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o País é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória.”

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 10/09: A perversa equação do setor elétrico

O pequeno consumidor pagará a conta, mas as térmicas Romaneé Conti ficarão ligadas.

Tenho observado duas características nas autoridades do setor elétrico. A primeira é a transparência. Os dados da crise estão disponíveis. E a segunda consiste no uso, em pronunciamentos e entrevistas, da primeira pessoa do plural. Nosso sistema de transmissão, nossas termelétricas, nossos reservatórios e nosso setor elétrico são os termos mais usuais. Um cacoete? Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico – 30/08: O pato do setor elétrico

Redução compulsória e imediata de 8GW médios no consumo garantiria transição até o período das chuvas

”Dois de outubro, e não 30 de novembro de 2021, é quando os reservatórios do sistema elétrico chegarão a 10% do volume útil. Assim comecei artigo no Valor em 6 de agosto. 9.000, e não 5.500 MW médios, como diz o ONS, é quanto deve ser o acréscimo na oferta para que o sistema não entre em colapso antes de meados de outubro. É o que afirmo agora. Leia a íntegra

 

Edvaldo Santana – Valor Econômico: 06/08: Racionamento 

Não há saídas sem ações concretas do lado da demanda de energia Dois de outubro, e não 30 de novembro de 2021, é quando os reservatórios do sistema elétrico chegarão, na média, a 10% do volume útil. O sarrafo subiu. Um Everest à frente. E seria pior se uma série de medidas, como o decreto de emergência hídrica, não estivesse em prática. Leia a íntegra

Manifesto em defesa da atuaação governamental para proporcionar a viabilização dos empreendimentos hidráulicos com reservatórios de acumulação no Brasíli. Veja mais

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Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico

Hoje, o Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico – FMASE conta com 19 entidades na sua formação, e é uma das principais vozes do setor para tratar das questões ambientais referentes aos empreendimentos de geração de energia.

Fórum das Associações do Setor Elétrico

O Fórum das Associações do Setor Elétrico – FASE, reúne as principais associações do setor elétrico brasileiro, incluindo entidades representativas dos segmentos de geração, transmissão, distribuição, comercialização e consumo. O FASE tem por objetivo melhorar a interlocução das associações do SEB com as entidades e instituições de governo direta ou indiretamente relacionadas com esse setor.