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Custo da energia ainda é muito alto para a indústria

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Se por um lado a presidente Dilma Rousseff defende a redução média de 20% das contas de energia elétrica no País e até deve usá-la como uma das principais bandeiras de seu governo para tentar se reeleger em 2014, por outro a indústria não tem os mesmos motivos para comemorar. As quedas de custos com energia prometidas ao setor industrial não se confirmaram até agora, quase um ano depois das novas tarifas, nem muito menos trouxeram a competitividade desejada pelas empresas.

Em entrevista ao portal Canal Energia, o presidente da Abiape, Mário Menel, explicou que, como a indústria prefere o mercado livre de energia para negociar preços de compra mais longos e reduzidos, ela não teve acesso às cotas de energia que fizeram parte das concessões renovadas. “Logo a redução de custos tarifários não atingiu a grande indústria. Apenas na área de transmissão, onde realmente houve redução em torno de 7% a 8%”, afirmou. “Mas aquela conversa de que os descontos chegariam a 32% não houve.”

Como saída para que a indústria ganhe um alívio no quesito despesas com energia, o executivo da Abiape sugere ao País estimular a autoprodução de energia, levando a aumentos de produção industrial e investimentos pelas empresas industriais, e que o governo destine para o mercado livre parte da energia de usinas cujas concessões ainda vão vencer até 2015.

 

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Hoje, o Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico - FMASE conta com 19 entidades na sua formação, e é uma das principais vozes do setor para tratar das questões ambientais referentes aos empreendimentos de geração de energia.


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